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Tecnologia

Bomba nuclear

Por Planeta Pará 06/11/2018 às 15:42:43

O QUE É 

Bomba nuclear, também conhecida como bomba atômica, é uma arma com alto poder de destruição em função da grande quantidade de energia que libera. Esta energia liberada pela bomba é originada pela reação nuclear. Além de energia, essas bombas liberam, ao explodirem, grande quantidade de radiação e calor.

Estes tipos de bombas carregam ogivas nucleares e podem ser lançadas através de misseis ou jogadas por aviões. Elas são tão poderosas que podem chegar a destruir uma cidade, arrasando construções e matando e ferindo milhares de pessoas.

Uso na História :

Bombas nucleares foram usadas apenas duas vezes na história. No final da Segunda Guerra Mundial (1945), os Estados Unidos jogaram bombas nas cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki. Aproximadamente duzentas mil pessoas morreram nestes ataques. Milhares de pessoas, em função da radiação liberada pelas bombas, desenvolveram doenças graves e vários tipos de câncer. Muitas dessas doenças foram passadas, de forma hereditária, para os descendentes.

Países que possuem arsenal nuclear (declarados):

Estados Unidos, Inglaterra, Rússia, França, China, Paquistão e Israel.

As bombas nucleares causam três tipos diferentes de dano. O primeiro é a onda de choque, que, dependendo da potência da arma, derruba prédios em uma grande área e arremessa as pessoas atingidas. Depois vem a onda de calor, que incinera tudo o que está na região e provoca queimaduras graves. Por último, vem a radiação. O centro da explosão fica altamente contaminado por radioatividade. Mas a bomba também espalha poeira radioativa, que é levantada pelo vento e cai a milhares de quilômetros de distância, junto com a chuva. Isso significa que áreas gigantescas podem ficar contaminadas, por muito tempo. O Atol de Bikini, no Pacífico, onde os americanos fizeram testes nucleares na década de 1950, continua inabitável até hoje.


Algo que parece óbvio numa situação de explosão de bomba nucelar seria pegar um carro e dirigir para o mais longe possível do impacto da arma. Acontece que essa é uma péssima ideia,O principal motivo disso é algo chamado cinza nuclear (Fallout, em inglês). Quando uma bomba nuclear explode, milhões de partículas são liberadas na atmosfera. Essas partículas emitem raios gama, que certamente irão contaminar a quem estiver exposto a eles.

Essa cinza nuclear pode ser carregada pelo vento e seus efeitos podem atravessar a maioria dos materiais sólidos, logo, entrar em um carro e dirigir não salvaria ninguém, já que o fallout conseguiria penetrar rapidamente pelos vidros e metais da lataria.

O que fazer então?

Para se livrar das cinzas nucleares, é preciso se abrigar em locais resistentes, com muitas camadas de materiais densos e se possível, abaixo do nível da terra. Dessa forma, é possível que dentro de 12 a 24 horas as partículas do fallout se normalizem e parem de emitir radiação.A única exceção quanto ao carro é se ele estiver em uma garagem no subsolo. Assim o carro estaria protegido e dentro dele você poderia tentar ouvir o rádio.

A principal coisa a se fazer depois de se abrigar é tentar comunicação e o rádio pode ser o meio mais eficiente em emergências do tipo.

 Bomba nuclear da Rússia

"Bomba Tsar", a bomba atômica mais potente do mundo criada por cientistas soviéticos e convertida em símbolo da Guerra Fria com seus oito metros de extensão e 25 toneladas de peso.

Chamada oficialmente de AN602, esta bomba de hidrogênio, que foi testada com êxito em 1961, faz parte (sem sua carga atômica) de uma exposição sobre a história nuclear russa que pode ser vista no Manège de Moscou, um prédio histórico da capital.

29 de agosto é o Dia Internacional de Combate aos Testes Nucleares.

Não devemos esquecer do tamanho da destruição que uma bomba pode causar,são milhares de vidas destruidas,a guerra fria foi um exemplo disso e não  foi mais "fria" por sorte. Um estudo de armas nucleares nos EUA registrou mais de 1.200 acidentes entre 1950 e 1968, o que quase resultou numa catástrofe. Isso em menos de duas décadas. O mundo passou por quase-apocalipes por ocasiões que sequer podemos imaginar.

No auge da Guerra Fria, os Estados Unidos tinham mais de mil mísseis intercontinentais Minuteman, com tecnologia nuclear de ponta, para servir como nossa principal estratégia de intimidação. Isso causaria muitas mortes para que fosse possível acompanhar o estrago, então o Secretário de Defesa Robert McNamara considerou que cada míssil teria bloqueios especiais instalados (chamados de Links de Ação Permissiva - os PALs, em inglês). Qualquer pessoa que quisesse disparar um desses bebês não poderia fazê-lo sem inserir um código secreto de oito dígitos. Pedimos a equipes militares despreparadas, futuros terroristas e aliados que guardassem um pouco seus mísseis enquanto nossos pais estavam na cidade - nenhum deles poderia lançar os ICBMs sem a autorização do governo.

E a adoção dos PALs era, na verdade, quase impossível de se ignorar. Eles poderiam ter reduzido muito o risco de um lançamento nuclear não autorizado - isso se os generais responsáveis não tivessem definido os códigos de autorização com uma série de números bastante previsíveis: 00000000.

Parece brincadeira não é mesmo?

A Guerra Fria foi também responsável pela formação, em 1949, de dois novos blocos de alianças politico-militares:

a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN);

o Pacto de Varsóvia.

Deixarei pra falar sobre isso depois,até a próxima e façam amor e não façam guerra.

Amor,Gratidão e fé.

Débora Barroso


"Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado de cem batalhas. Se você se conhece mas não conhece o inimigo, para cada vitória ganha sofrerá também uma derrota. Se você não conhece nem o inimigo nem a si mesmo, perderá todas as batalhas".


Sun Tzu

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